domingo, 22 de setembro de 2019

Censura na educação

Um dos elementos centrais da lógica militar é a obediência hierárquica. Faz todo sentido se você imagina a função de ir lutar uma guerra. Essa lógica de obediência é também uma lógica de estratégia, um meio para atingir uma finalidade que é a vitória, quer seja como agressor ou como defensor. Na estratégia você pode usar todos os recursos, inclusive a mentira, o disfarce. Então aquilo que será passado, informado ao soldado, será controlado pois está centralizado na cadeia de comando hierárquica. O soldado não precisa saber tudo, apenas obedecer. A informação que ele recebe é previamente filtrada, o quê em termos leigos significa que ela é censurada. Pode inclusive ser uma mentira que sirva para motivar sua ferocidade, pintando o inimigo do momento como um demônio por exemplo. Então quando começam a aplicar a lógica militar na educação da população, unificando currículos sem qualquer debate público, criando escolas sem espaço de livre expressão do pensamento, controlando até o corte de cabelo dos jovens, é sim uma forma de censura e eles estão mentindo ao dizer que não é pois eles possuem um objetivo a atingir e estão fazendo de tudo para isto.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Esquerda esfarelada

Na briga interna da esquerda a realidade está perdendo feio, igualzinho quando a direita abre a boca. Então no espirito de organizar as coisas, segue! Haddad teve 29,28% dos votos no primeiro turno. Ciro teve 12,47%. No segundo turno Haddad subiu para 44,87%, uma diferença de 15,59% do primeiro. Todos os outros candidatos juntos no primeiro turno receberam 12,22% dos votos. O MiJair Bolsolixo recebeu 46,03% no primeiro turno e 55,13% no segundo, um ganho de 9,1%. E agora fica interessante... Subtraindo os 15,59 que o Haddad cresceu dos 12,47% do Ciro temos 3,12% de diferença. Subtraindo essa diferença de 3,12% dos 12,22% de votos dos outros candidatos temos 9,1%, o mesmo valor que o Bolsolixo cresceu no segundo turno (claro que é uma coincidência numérica, a transição de votos não é automática). Lembro que os outros candidatos de esquerda receberam juntos 1,66% dos votos, indicando que pessoas que votaram em candidatos fora da esquerda migraram para Haddad, já que o total de brancos, nulos e abstenções aumentou no segundo turno em 1,75% (de 29,12% para 30,87%). Ainda que existam possíveis casos bizarros de migração de votos o resultado final não mente. Aliás a verdadeira migração bizarra de votos foi daquelas pessoas que votariam somente no Lula e migraram para o Bolsolixo quando o petista foi impedido, que segundo pesquisa divulgada na época representavam cerca de 6,2% dos eleitores de Lula (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45323102). Se alguém acha mesmo que Haddad não recebeu a imensa maioria dos votos de quem votou no Ciro por causa da viagem para a Europa é um alguém fora da realidade. Claro que foi um gesto pequeno de Ciro, faltou-lhe visão e sobrou fúria. Mas também faltou em toda esquerda, que não foi capaz de convencer aqueles 30,87% de nulos, brancos e abstenções. A viagem para a Europa certamente não foi o motivo da derrota. Perder tempo com essa briga é um triste sinal do abismo profundo em que nos encontramos.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Bruce Lee

Trump brigando com a China e temos dois filmes, A Origem do Dragão de 2017 e esse agora do Tarantino, em que Bruce Lee é retratado negativamente. No de Tarantino ele é retratado como farsa até mesmo como lutador.  Nada sobre o racismo que ele sofreu nos EUA, nada sobre como a imagem dos chineses no cinema ocidental era antes de Lee, nada sobre papéis que ele perdeu por ser "chinês demais", ou sobre como precisou ir fazer filmes na China para só então ser reconhecido. Dois ataques sem qualquer fundamentação ao cara que mudou o cenário dos filmes de ação e a imagem dos orientais no cinema do ocidente. Neurose minha? O fato a ser observado é quais são os interesses das pessoas que financiam tais filmes, o que faz alguém olhar para um roteiro e decidir que ele vale o seu dinheiro. Não é só no retorno da bilheteria que estarão interessados, mas na mensagem que vão ajudar a construir. A destruição de ícones é uma das etapas da guerra cultural contemporânea. Para derrubar um partido você destrói a imagem de todas as suas lideranças. Para estimular o ódio aos chineses nos EUA você precisa eliminar o seu principal e mais influente ícone: o chinês que batia em ocidentais.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Coringa...

Uma característica de vários quadrinhos de heróis dos EUA são os vilões que nunca morrem. O herói passa um perrengue atrás do outro para derrotar o infeliz e... Lá surge ele novamente. Agora temos o novo filme do Coringa, que está sendo prometido como uma grande bomba de violência. Não vou julgar os méritos de nada disso, mas lançar uma reflexão genérica sobre quais podem ser os impactos sobre uma parcela do público que acompanha tais histórias de um vilão popular que nunca morre (ou morre em universos paralelos e volta...). Há um público dessas histórias que é bastante conservador, basta ver a rapidez com que o Batman virou o símbolo desses movimentos da direita por aqui. por sinal vou ficar restrito ao universo do Cavaleiro das Trevas, já que outros personagens possuem outras perspectivas. Mas o vilão, o Coringa é construído como o arquétipo da maldade racionalizada, apesar de todo discurso sobre sua insanidade. Arkham é o local onde fica trancado somente para fugir, desqualificando todo o trabalho de profissionais dessa área, construindo a imagem de que psicologia e psiquiatria são absolutamente inúteis. E cada vez que o vilão surge é para uma escalada de atrocidades, já que existe a necessidade de continuar prendendo a atenção de quem acompanha. A sensação geral é a de que se a semente de maldade não for eliminada no nascedouro a sociedade irá sucumbir diante da complacência "desse pessoal dos Direitos Humanos", ridicularizados como defensores de marginais sem salvação. E são muitas e muitas histórias do mesmo personagem (ainda o Coringa) comprovando a escalada da maldade. A pessoa sabe que é ficção se parar um instante e refletir. Pode até saber que o personagem surgiu em 1940 e veio sendo atualizado, envelhecendo em algumas histórias e depois ficando jovem novamente na próxima... Mas a mensagem geral já ficou registrada definitivamente, permitindo que todo um conjunto de pessoas não fique indignada diante de um jovem negro que mora nas ruas é que é espancado e chicoteado nu por ter tentado roubar uma barra de chocolate. Quantos de nós não ouvimos de "cidadãos de bem" que tem que ser assim para o rapaz aprender? É a lógica de exterminar a semente da maldade, pela qual pouco importa se a punição não é em absoluto adequada ao crime. Tal lógica não foi criada pelo personagem imaginário, mas ele é parte desse cenário complexo. Lembro aqui, para fechar, da morte de Jason Todd como Robin em 1988. A decisão pela morte dele foi tomada depois de uma votação feita por telefone entre os fãs. E a DC entregou uma morte violenta, com o adolescente sendo emboscado e espancado primeiro pelos capangas do Coringa, para então morrer com golpes de pé de cabra pelas mãos do próprio, que ainda explodiu o local com uma bomba. Oferta e demanda.

sábado, 31 de agosto de 2019

Privacidade e conhecimento

Vendo "Privacidade Hackeada" na Netflix e pensando na catástrofe analítica das esquerdas. Tudo que aparece ali, tirando os detalhes de tecnologia mais recente, já são processos conhecidos e analisados. O fenômeno dos indecisos afetando uma eleição já foi amplamente mapeado, inclusive em estratégias de mudança de comportamento, do qual o exemplo emblemático foi a edição do debate entre Collor e Lula pela Globo. A própria fundação Perseu Abramo editou livros com pesquisas sobre isso. Parece que ninguém leu. Eu escrevi sobre isso partindo de uma pesquisa de iniciação científica que orientei! A questão é que agora os recursos são infinitamente mais precisos e rápidos, contando inclusive com uma máquina religiosa de proliferação de valores. Vale assistir, mas também vale sair da postura cômoda de "Nossa! Não percebemos!". A esquerda também precisa começar a ampliar seu horizonte intelectual para além das amarras de sempre.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Carona

Ontem deixei o carro para uma revisão, afinal trocar de carro com essa economia? Melhor durar mais uns anos. Estava voltando para casa com o motorista da loja, fui na frente e no banco de trás mais dois clientes, um homem e uma mulher. O motorista já tinha me conduzido para casa em uma revisão anterior. É um senhor já passado dos setenta anos. A conversa estava amena, focada em questões de trânsito. Ele deixou a mulher em casa e partiu para o meu endereço. A conversa continuou somente entre nós, no banco de trás o outro passageiro em silêncio. O senhor fala então que sempre perguntam para ele se não vai parar de trabalhar, pois é aposentado tem alguns anos. Mas sempre oferece a mesma resposta: "Você tem mil e seiscentos reais para pagar a minha Unimed e a de minha esposa?". Ocorre que ele tem o convênio médico através da firma faz muitos anos, totalizando um pouco mais de seiscentos reais pelo casal. Mas se ele parar de trabalhar vai perder o benefício do desconto da empresa. E ali estava ele, trabalhando por absoluta necessidade. Dei corda e então partiu para cima do governo Bolsonaro, criticando tudo que conseguiu lembrar. Aproveitei, claro, para tocar em vários temas. As safadezas de um político malandro que nunca fez nada. O cabide de emprego da família. O desmonte dos direitos trabalhistas e a queda na renda. As mamatas e privilégios do Judiciário e dos militares, bem como sobre o STM (Supremo Tribunal Militar) e seu papel em proteger todos os absurdos... E sobre como nenhum de nós vai poder se aposentar de fato e vamos morrer trabalhando, possivelmente em horário de trabalho. Comentei sobre como a aposentadoria também envolve a necessidade de liberar vagas aos mais jovens, de como o SUS sofre com desvios que ocorrem dentro dos próprios hospitais e postos de saúde... Pelo silêncio no banco de trás logo percebi que o outro passageiro certamente votou nesse governo, mas não abriu a boca para comentar. Falei de propósito mesmo, para ele que estava em silêncio, na esperança de que pense um pouco. Desejei tudo de melhor ao senhor, que rapidamente disse ao outro passageiro que viesse para o banco da frente. Manter a dignidade não é fácil em tempos como os que estamos vivendo.

sábado, 22 de setembro de 2018

Bolsominions...

Acabo de ter outra experiência de contato imediato com Bolsominions. Eram dois, estavam na minha frente passando sua compras. No começo não deu para saber, afinal eles se misturam conosco e parecem conosco. Mas daí um começou a mostrar ao outro produtos que uma amiga estava comprando na Itália e vieram chavões clássicos: "lá tudo é mais barato/ nós mandamos tudo para lá...". Até aí podia ser só o velho discurso de sempre. Mas aí surgiu a expressão mágica que entregou tudo: "mas aqui os brasileiros preferem continuar votando nos comunistas". E veio mais: "O comunismo é um grande plano mundial, para ser aplicado nos países pobres, os países ricos querem isso"; "o governo comunista do PT acabou com tudo"... Isso em plena fila do atacadão, comprando um monte de coisas (que crise hein??). Quando a palavra comunismo foi repetida nem sei mais por qual vez percebi que, outra vez, eu seria sugado para o "debate político na fila do mercado"! É debate que não tenho nunca esperança de ganhar, mas que faço no propósito de informar as pessoas que estão redor, pois nessas horas meu lado italiano aflora e falo tão alto que todos escutam. Questionei o óbvio, que nunca fomos comunistas. Mas daí veio a cartada "secreta" dos malucos: o golpe iluminati e o movimento dos gramscistas... (!!!!!!!!!!). Tudo com aquele ar de sabedoria e perguntando se eu tinha ouvido falar. Tive que apelar e falar da história do Gramsci que, coitado, foi alçado à articulador de uma grande conspiração mundial. Na cabeça dos dois "gênios" o Gramsci estava vivo e articulando tudo... Ouviram a história rápida que contei com um olhar que já começava a ficar aparvalhado... Daí um começou a falar que eles eram estudados, tinham feito engenharia... Putz. Tive que falar o meu breve currículo. O outro deles admitiu que nunca tinha lido, aproveitei a brecha e entrei batendo para falar mais sobre o tema e dizendo que sim, eu tinha lido isso e muito mais (fazer o quê!!! tive que apelar para esse argumento). E veio mais iluminati... E então... Finalmente um deles admitiu que ele quer mesmo é ditadura militar, que são Bolixonaro e que gostam muito também do Dacilouco... Nessas alturas eu já estava falando com aquele meu olhar que é um misto de "vou rir de sua cara pois você é um debiloide" com um "eu tenho pena de você"... Tentei então o caminho de coisas mais palpáveis, para sair da loucura do ermitão da montanha (custo da democracia!). Abordei o básico, da última novidade: a alíquota única de 20% de IRPF... Um deles não tinha ouvido falar, o outro quis dizer que era mentira. Falei da entrevista e já comecei a perguntar se eles sabiam o que essa alíquota iria significar no salário de todos ali. Quiseram então argumentar que a esquerda e a direita são parte do mesmo movimento iluminati gramscista, que só o Bolixonaro é a saída... Questionei se tinham lido alguma das propostas dos candidatos. Um deles, coitado, quis mentir dizendo que tinha lido tudo... Para quê!! Questionei então quais eram as propostas do Bolixonaro, para qualquer coisa, que me dessem um único exemplo... Ficaram com aquela cara de constrangimento... Felizmente acabaram de pagar a compra e foram embora. Não foram rudes, foi uma despedida em que mutuamente desejamos o melhor, porém finalizei dizendo que espero muito que o candidato deles perca. Olhei para a pessoa que estava atrás de mim na fila. O cara já estava até rindo! Falou que esse povo é doido. Outros mais atrás dele estavam com cara de assustados, tentando entender essa coisa do IRPF. Expliquei bem alto o que isso significa, falei para entrarem no simulador de Receita Federal e verificaram o quanto vão pagar a mais. Falei então com a caixa, testemunha silenciosa do caso. Comecei me desculpando, mas que eu tinha que ter falado. E ela então alegrou o final dessa história! Disse para eu não me preocupar, que o Bolixonaro não vai ganhar, que esse povo é louco e não sabem o que estão fazendo. Não atingi os bolsominions mas consegui atingir os demais que estavam ouvindo . Missão cumprida por hoje.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Enjaulados

Uma lei que tornou mais rígida a fiscalização sobre os imigrantes ilegais nos EUA realmente foi votada e aprovada no período Clinton, um Democrata. Mas o projeto de lei era do já falecido senador Republicano Charles Willian Young ou Bill Young. Quem fez o lobby da aprovação da lei foi o partido Republicano de Trump. O que isso significa? Que quando você vai ler a lei, verificar a discussão, descobre que ela é uma entra várias outras, centenas na verdade, aprovadas em um grande bloco. O que se discute ali? O aumento do rigor da fiscalização além das verbas a serem destinadas. Basicamente um ilegal só pode entrar se estiver pedindo asilo político, o que conduz a um processo complicado. Todos os outros casos são barrados e levados para o processo de deportação. Todos. E são definidas regras bem claras para a deportação dos ilegais que já estiveram envolvidos em qualquer tipo de crime, ou mesmo que já cumpriram pena. Não se fala nada sobre crianças. Não passou, na cabeça desses políticos, que o imigrante ilegal também possuí família e que a mesma pode ter vindo com ele. O problema? No mesmo pacote eles discutiram algumas questões do "family unit program", para proteger as famílias... E como o Estado lida com crianças cujos pais estão presos? A primeira opção seria deixar com um familiar. Claro que tal opção não se colocou na prática para as crianças detidas pela imigração nos últimos anos. Jamais iriam deixar as crianças livres na América vivendo com familiares (alguns dos quais também podem ser ilegais...), frequentando escolas, aumentando, na perspectiva conservadora, o problema dos ilegais. Então resta colocar em instituições. Lembro que essas crianças, menores 18 anos, não podem ser punidas oficialmente pelas mesmas leis de imigração, são protegidas pelo family unit program. Elas são então encaminhadas para as instituições de abrigo, aquelas que estiverem com vagas disponíveis, em todo o território, já que oficialmente seus pais não possuem qualquer endereço nos EUA. E não há nenhuma política prevista para reunir as famílias novamente. Teoricamente elas podem ficar em tais instituições até os 18 anos, quando poderão passar pelo processo de deportação... E no início de tudo, lá nos setores de imigração, quando as crianças são detidas, não há espaço para receber famílias. Pois como todos os ilegais são, por princípio, criminosos, o que eles possuem para recebê-los são as celas, as gaiolas...A questão toda é que a administração Trump radicalizou a aplicação da lei de deportação. Quem tiver paciência divina pode se entreter decifrando os meandros da todas essas leis no link que deixo aqui.

Pequena elite

A pequena elite e seus problemas. O Pão de Açúcar está com aquela promoção de selos, na qual você gastando no mínimo mil reais ganha o direito de comprar uma panela. Beleza. Galera da pequena elite bateu panela então precisam renovar. Daí veio a greve dos caminhoneiros. Beleza também, heróis da nação, a pequena elite tem estoque em casa. Mas não tem panela nova importada no Pão de Açúcar pois ficou tudo travado nos portos e mesmo lá na França por causa do locaute dos caminhoneiros. Agora a rede está pedindo para você reservar as panelas que deseja, com um esquema de envio de sms com o código da loja e da panela (ahhh que alegria bater uma panela novinha importadaaaa!!!!). Tudo muito educada e simpaticamente explicado pelas funcionárias da loja. Até que chegou a pequena elite no balcão, uma senhora com jeitão de ter destruído umas vinte panelas em 2016. Vim buscar minha panela, disse ordenando. E ouvi das mesmas funcionárias a explicação que reproduzi sobre o sms... Absurdo!!!!!!!! Não é isso que está escrito aqui, enquanto bate na cartela de selos, documento de importância histórica de seu esforço de cidadã consciente e cumpridora das regras... Despejava sua fúria paneleira nas funcionárias, que nenhuma responsabilidade possuem na situação, mas que na cabeça da pequena elite certamente foram eleitoras da Dilma e do Lula... Não me aguentei e passei perto dela dizendo, sorrateiro: "Agradeça aos caminhoneiros", deixando uma candidata a um derrame para trás. Minha vontade era dizer que ela, inclusive, não tinha razão nem mesmo diante das regras da promoção, que devem ser lidas online conforme instruções da cartela, mais empolgante que o álbum da copa. A promoção simplesmente poderia ter sido encerrada por indisponibilidade das panelas conforme as regras. Mas houve um esforço estratégico da empresa em tentar agradar a pequena elite, que precisa de uma panela nova para bater. Ahhhh! Mas a pequena elite não lê regulamento. A pequena elite gosta mesmo é de gritar com o funcionário da loja, que não manda nada. A pequena elite não enxerga quando está recebendo um benefício, um agrado, pois acredita ser a portadora de direitos!!!! Gritam enquanto ostentam o papel que fala sobre regras que a pequena elite não leu e nem vai ler. Ler regulamentos? É para o funcionário chique, o advogado. E deve estar agora espalhando seu ódio no zapzap da família e das amiguinhas da pequena elite.